terça-feira, 21 de junho de 2011
Belos momentos...em Antalya
AS paisagens maravilhosas. Antalya à beira do Mar Mediterrâneo e do Mar Egeu pode ser comparada à das Rivieras Francesa e Italiana (porém por menos da metade do preço). Diversos pitorescos vilarejos merecem visita. Um sitio a repetir....O Hotel Voyage é mesmo 5 estrelas...
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Encerramento do mês de Maria nos locais de viver.
Nossa Senhora apareceu no monte aos pastorinhos.
Como outrora, Nossa Senhora foi ao encontro das pessoas nos seus locais de viver.
Tantas pessoas a demonstrar a sua fé.
Tantas pessoas sensibilizadas pela sua presença.
Tantas pessoas empenhadas para que Nossa Senhora tivesse um lugar digno de destaque onde pudesse ser adorada.
Tantas pessoas com sede de saborear a Oração.
Tantas pessoas que sem esta iniciativa se viam impossibilitadas de demostrar a sua fé.
Pessoas idosas, pessoas que não se podem deslocar, pessoas que não tem como rezar em comunidade.
Pessoas que não sabem o que é rezar.
Estas pessoas demonstraram que sabem receber a MÃE, que querem rezar e cantar-lhes Louvores.
São um misto de emoções dificeis de descrever.
Neste ultimo dia, a chuva resolveu brindar-nos, foi debaixo de chuva intensa que acabamos com procissão pela rua, pessoas encharcadas da cabeça aos pés e nunca nunca arredaram pé, continuaram a adorar a Senhora mesmo depois de concluido a recitação do terço.
Com Maria nada é impossivel.







Como outrora, Nossa Senhora foi ao encontro das pessoas nos seus locais de viver.
Tantas pessoas a demonstrar a sua fé.
Tantas pessoas sensibilizadas pela sua presença.
Tantas pessoas empenhadas para que Nossa Senhora tivesse um lugar digno de destaque onde pudesse ser adorada.
Tantas pessoas com sede de saborear a Oração.
Tantas pessoas que sem esta iniciativa se viam impossibilitadas de demostrar a sua fé.
Pessoas idosas, pessoas que não se podem deslocar, pessoas que não tem como rezar em comunidade.
Pessoas que não sabem o que é rezar.
Estas pessoas demonstraram que sabem receber a MÃE, que querem rezar e cantar-lhes Louvores.
São um misto de emoções dificeis de descrever.
Neste ultimo dia, a chuva resolveu brindar-nos, foi debaixo de chuva intensa que acabamos com procissão pela rua, pessoas encharcadas da cabeça aos pés e nunca nunca arredaram pé, continuaram a adorar a Senhora mesmo depois de concluido a recitação do terço.
Com Maria nada é impossivel.
domingo, 29 de maio de 2011
O valor de uma dona de casa
Um homem chegou a casa, após o trabalho, e encontrou os seus três filhos a brincar do lado de fora, ainda em pijama.
Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava desaparecido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.
Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, o frigorifico estava aberto, tinha comida do cão no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando-se dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
'Será que a minha mulher passou mal?' pensou:
'Será que alguma coisa grave aconteceu?'
Então ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo da casa de banho.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dentes tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou a sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
- Todos os dias, quando chegas do trabalho, perguntas:
'- Afinal de contas, o que fizeste o dia inteiro dentro de casa?'
-'Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!
O meu nome é MULHER!
No princípio eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero a minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou camioneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária de construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!
(O Autor é Desconhecido,
mas um verdadeiro sábio...)
Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em casa.
A porta do carro da sua esposa estava aberta.
A porta da frente da casa também.
O cachorro estava desaparecido, não veio recebê-lo.
Enquanto ele entrava em casa, achava mais e mais bagunça.
A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado e encostado na parede.
Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer, e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.
Na cozinha, a pia estava transbordando de pratos; ainda havia café da manhã na mesa, o frigorifico estava aberto, tinha comida do cão no chão e até um copo quebrado em cima do balcão.
Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.
Assustado, ele subiu correndo as escadas, desviando-se dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.
'Será que a minha mulher passou mal?' pensou:
'Será que alguma coisa grave aconteceu?'
Então ele viu um fio de água correndo pelo chão, vindo da casa de banho.
Lá ele encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido espalhado por toda parte e muito papel higiênico na pia.
A pasta de dentes tinha sido usada e deixada aberta e a banheira transbordando água e espuma.
Finalmente, ao entrar no quarto de casal, ele encontrou a sua mulher ainda de pijama, na cama, deitada e lendo uma revista.
Ele olhou para ela completamente confuso, e perguntou: Que diabos aconteceu aqui em casa?
Por que toda essa bagunça?
Ela sorriu e disse:
- Todos os dias, quando chegas do trabalho, perguntas:
'- Afinal de contas, o que fizeste o dia inteiro dentro de casa?'
-'Bem... Hoje eu não fiz nada, FOFO !!!!
O meu nome é MULHER!
No princípio eu era a Eva
Criada para a felicidade de Adão
Mais tarde fui Maria
Dando à luz aquele
Que traria a salvação
Mas isso não bastaria
Para eu encontrar perdão.
Passei a ser Amélia
A mulher de verdade
Para a sociedade
Não tinha a menor vaidade
Mas sonhava com a igualdade.
Muito tempo depois decidi:
Não dá mais!
Quero a minha dignidade
Tenho meus ideais!
Hoje não sou só esposa ou filha
Sou pai, mãe, arrimo de família
Sou camioneira, taxista,
Piloto de avião, policial feminina,
Operária de construção...
Ao mundo peço licença
Para atuar onde quiser
Meu sobrenome é COMPETÊNCIA
E meu nome é MULHER..!!!!
(O Autor é Desconhecido,
mas um verdadeiro sábio...)
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Todos passamos a vida a desejar a vida que não temos.
"A Vida Normal", Um texto que vale a pena ler e reflectir...
"Todos passamos a vida a desejar a vida que não temos. Queixamo-nos do emprego, dos colegas que são chatos, do chefe que não nos dá valor, do muito que trabalhamos e do ordenado que é fraco. Reclamamos do tempo, que chove e não se pode ir à praia, que não chove e faz mal à agricultura, do sol que é pouco ou demasiado, do suor, do frio e do vento, do calor que nunca mais se vai embora e do Verão que nunca mais chega. A família cansa-nos, mas odiamos quando esta nos ignora; dizemos mal dos amigos sem os quais não sabemos passar; suspiramos pelo fim do serão em que as visitas se vão embora, mas despedimo-nos combinando um novo jantar. Estamos fartos dos filhos, mas passamos o tempo a falar deles e a mostrar as suas fotografias aos amigos. O barulho que fazem enlouquece-nos, mas o silêncio da sua ausência é insuportável. Queixamo-nos do marido ou da mulher, que não são como dantes, que nos irritam, que não nos surpreendem, mas suspiramos quando nos faltam e reclamamos quando fazem alguma coisa com a qual não contávamos. Estamos no Algarve a suspirar pela frescura do Minho, no Minho damos por nós desejosos da brisa costeira, na cidade irrita-nos o artificialismo e em Trás-os-Montes formigamos com a ânsia de fugir à ruralidade. E do país, todos nos queixamos do país até ao momento em que "lá fora" concluímos com um orgulho disfarçado que realmente "comer, comer bem, só mesmo em Portugal". De queixume em queixume, passamos pela vida muitas vezes sem deixar verdadeiramente que a vida nos atravesse. E só quando somos roubados ao quotidiano que tantos maldissemos damos conta do tempo que perdemos nos lamentos sobre o tempo que os outros nos fazem perder. Há pouco mais de um mês, numa consulta que era suposto ser de rotina, foi-me diagnosticado um tumor. Felizmente benigno, como soube após 24 horas de espera. E, tal como seria de prever, naquele momento inicial em que o espectro de algo mais grave ainda não tinha sido afastado, o meu pensamento imediato foi: "Mas afinal porque é que eu estou aqui, afundada em Braga a trabalhar, em vez de ter já há muito tempo fugido para Bora-Bora?" Passado contudo tal instante, e nas 23 horas que se seguiram, foi da vida normal que tive saudades antecipadas. A vida normal: trabalhar, ir ao cinema, abraçar quem amo, rir-me das pequenas parvoíces do quotidiano, ver a minha filha a dormir e sentir o seu cheiro. A vida normal está aqui mesmo ao lado. E aposto que Bora-Bora tem imensos mosquitos."
O texto do jornal Público foi escrito em Agosto de 2006 pela Prof. Dra. Carla Machado, da Universidade do Minho. Com o decorrer do tempo o tumor que ela refere no texto veio infelizmente a revelar-se maligno e, após uma luta de
quase 5 anos, a Prof. Carla faleceu (Fevereiro 2011)
Hoje recordaram-me esta sua crónica. Permitam-me difunda mais uma vez este seu texto.
"Todos passamos a vida a desejar a vida que não temos. Queixamo-nos do emprego, dos colegas que são chatos, do chefe que não nos dá valor, do muito que trabalhamos e do ordenado que é fraco. Reclamamos do tempo, que chove e não se pode ir à praia, que não chove e faz mal à agricultura, do sol que é pouco ou demasiado, do suor, do frio e do vento, do calor que nunca mais se vai embora e do Verão que nunca mais chega. A família cansa-nos, mas odiamos quando esta nos ignora; dizemos mal dos amigos sem os quais não sabemos passar; suspiramos pelo fim do serão em que as visitas se vão embora, mas despedimo-nos combinando um novo jantar. Estamos fartos dos filhos, mas passamos o tempo a falar deles e a mostrar as suas fotografias aos amigos. O barulho que fazem enlouquece-nos, mas o silêncio da sua ausência é insuportável. Queixamo-nos do marido ou da mulher, que não são como dantes, que nos irritam, que não nos surpreendem, mas suspiramos quando nos faltam e reclamamos quando fazem alguma coisa com a qual não contávamos. Estamos no Algarve a suspirar pela frescura do Minho, no Minho damos por nós desejosos da brisa costeira, na cidade irrita-nos o artificialismo e em Trás-os-Montes formigamos com a ânsia de fugir à ruralidade. E do país, todos nos queixamos do país até ao momento em que "lá fora" concluímos com um orgulho disfarçado que realmente "comer, comer bem, só mesmo em Portugal". De queixume em queixume, passamos pela vida muitas vezes sem deixar verdadeiramente que a vida nos atravesse. E só quando somos roubados ao quotidiano que tantos maldissemos damos conta do tempo que perdemos nos lamentos sobre o tempo que os outros nos fazem perder. Há pouco mais de um mês, numa consulta que era suposto ser de rotina, foi-me diagnosticado um tumor. Felizmente benigno, como soube após 24 horas de espera. E, tal como seria de prever, naquele momento inicial em que o espectro de algo mais grave ainda não tinha sido afastado, o meu pensamento imediato foi: "Mas afinal porque é que eu estou aqui, afundada em Braga a trabalhar, em vez de ter já há muito tempo fugido para Bora-Bora?" Passado contudo tal instante, e nas 23 horas que se seguiram, foi da vida normal que tive saudades antecipadas. A vida normal: trabalhar, ir ao cinema, abraçar quem amo, rir-me das pequenas parvoíces do quotidiano, ver a minha filha a dormir e sentir o seu cheiro. A vida normal está aqui mesmo ao lado. E aposto que Bora-Bora tem imensos mosquitos."
O texto do jornal Público foi escrito em Agosto de 2006 pela Prof. Dra. Carla Machado, da Universidade do Minho. Com o decorrer do tempo o tumor que ela refere no texto veio infelizmente a revelar-se maligno e, após uma luta de
quase 5 anos, a Prof. Carla faleceu (Fevereiro 2011)
Hoje recordaram-me esta sua crónica. Permitam-me difunda mais uma vez este seu texto.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Basel- Suiça
Visitar Basel em família.
Como somos uma familia que gostamos de viajar e conhecer outras paisagens, os nossos filhos decidiram que as prendas de Natal e Dia do Pai (dois em um) seriam uma pequena viagem em famila a Basel na Suiça.
Lá fomos nós na data marcada, disfrutar das prendas recebidas:)
É uma cidade muito bonita, cheia de edifícios que merecem destaque.
Destaco o edifício dos correios (PTT) ,da Câmara Municipal não podendo esquecer a Cathedral.
Também encontramos fontes muito bonitas. Uma tinha um dragão,( E Viva o PORTO) é um dos símbolos da cidade de Basel. Aliás, os dragões estão presentes em muitos dos edifícios, mas destaco um que encontrei numa das pontes sobre o Reno.
Basileia é uma cidade muito civilizada e cultural, em cada recanto ouve-se música ao vivo.
Em nenhum museu se paga para entrar.
Não posso esquecer a paisagem vista do rio Rhein.
A viagem há montanha. Do teleférico apreciamos a paisagem linda da montanha,ainda com uns restos de neve.
As pessoas aproveitam o Domingo para irem com as crianças brincar para a montanha, só por ai vemos, a diferença de mentalidades e civilização…
Vemos bancas a vender vários tipos de produtos desde maçãs, ovos etc. ninguém na banca, uma caixa para as pessoas porem o dinheiro depois de se servirem…Em Portugal!!! Nem a banca sobrava
O Pior... entender as pessoas!!!!Falasse cantão Alemão.
Adorei esta pequena viagem a Basel.
Venham outras como esta...
Como somos uma familia que gostamos de viajar e conhecer outras paisagens, os nossos filhos decidiram que as prendas de Natal e Dia do Pai (dois em um) seriam uma pequena viagem em famila a Basel na Suiça.
Lá fomos nós na data marcada, disfrutar das prendas recebidas:)
É uma cidade muito bonita, cheia de edifícios que merecem destaque.
Destaco o edifício dos correios (PTT) ,da Câmara Municipal não podendo esquecer a Cathedral.
Também encontramos fontes muito bonitas. Uma tinha um dragão,( E Viva o PORTO) é um dos símbolos da cidade de Basel. Aliás, os dragões estão presentes em muitos dos edifícios, mas destaco um que encontrei numa das pontes sobre o Reno.
Basileia é uma cidade muito civilizada e cultural, em cada recanto ouve-se música ao vivo.
Em nenhum museu se paga para entrar.
Não posso esquecer a paisagem vista do rio Rhein.
A viagem há montanha. Do teleférico apreciamos a paisagem linda da montanha,ainda com uns restos de neve.
As pessoas aproveitam o Domingo para irem com as crianças brincar para a montanha, só por ai vemos, a diferença de mentalidades e civilização…
Vemos bancas a vender vários tipos de produtos desde maçãs, ovos etc. ninguém na banca, uma caixa para as pessoas porem o dinheiro depois de se servirem…Em Portugal!!! Nem a banca sobrava
O Pior... entender as pessoas!!!!Falasse cantão Alemão.
Adorei esta pequena viagem a Basel.
Venham outras como esta...
domingo, 3 de abril de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
O Pote Rachado
Um carregador de água na Índia levava dois potes grandes, ambos pendurados em cada ponta de uma vara a qual ele carregava atravessada no seu pescoço.
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente. O carregador entregando um pote e meio de água na casa do seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso das suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado da sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:
- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê ? Perguntou o homem. De que está envergonhado ?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa do seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem pela sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado ? Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. Lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Se você não fosse do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os conhecermos, eles poderão causar beleza.
"Das nossas fraquezas, podemos tirar forças."
Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do chefe. O pote rachado chegava apenas pela metade.
Foi assim por dois anos, diariamente. O carregador entregando um pote e meio de água na casa do seu chefe. Claro, o pote perfeito estava orgulhoso das suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado da sua imperfeição, e sentindo-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do que ele havia sido designado a fazer. Após perceber que por dois anos havia sido uma falha amarga, o pote falou para o homem um dia à beira do poço:
- Estou envergonhado, e quero pedir-lhe desculpas.
- Por quê ? Perguntou o homem. De que está envergonhado ?
- Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho da casa do seu senhor. Por causa do meu defeito, você tem que fazer todo esse trabalho, e não ganha o salário completo dos seus esforços, disse o pote.
O homem ficou triste pela situação do velho pote, e com compaixão falou:
- Quando retornarmos para a casa do meu senhor, quero que percebas as flores ao longo do caminho.
De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao lado do caminho, e isto lhe deu certo ânimo.
Mas ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem pela sua falha. Disse o homem ao pote:
- Você notou que pelo caminho só havia flores no seu lado ? Eu, ao conhecer o seu defeito, tirei vantagem dele. Lancei sementes de flores no seu lado do caminho, e cada dia enquanto voltávamos do poço, você as regava. Por dois anos eu pude colher estas lindas flores para ornamentar a mesa do meu senhor. Se você não fosse do jeito que você é, ele não poderia ter esta beleza para dar graça à sua casa. Cada um de nós temos nossos próprios e únicos defeitos. Todos nós somos potes rachados. Porém, se permitirmos, o Senhor vai usar estes nossos defeitos para embelezar a mesa de seu Pai. Na grandiosa economia de Deus, nada se perde. Nunca deveríamos ter medo dos nossos defeitos. Se os conhecermos, eles poderão causar beleza.
"Das nossas fraquezas, podemos tirar forças."
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Um texto inteligente que ajuda a actualizar o nosso português.
Um cê a mais
Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retiraautomaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que,aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que,ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-medaquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio.Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês meacompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, porvezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueçasde mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz,sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nemparecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um diapara o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nosespetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, aosegundo ato, eu ato os meus sapatos. Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavrasarrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenese entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errartenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há umdivórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não seentendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram aser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade,não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tãoimportantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, massem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimoque já não tenham. As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vouter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudovai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção,nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdadeseja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê aatrapalhar.
-Manuel Halpern
Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retiraautomaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que,aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que,ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-medaquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio.Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês meacompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, porvezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueçasde mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz,sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nemparecem as mesmas. O que é ser proativo? Custa-me admitir que, de um diapara o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nosespetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, aosegundo ato, eu ato os meus sapatos. Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavrasarrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenese entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errartenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há umdivórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não seentendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram aser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade,não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tãoimportantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, massem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimoque já não tenham. As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vouter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudovai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção,nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdadeseja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê aatrapalhar.
-Manuel Halpern
*José Régio-Soneto quase inédito e muito actual...*
*Soneto quase inédito*
*Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.*
*Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,*
*Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
** ** * *JOSÉ RÉGIO* Soneto escrito em 1969.
*Tão actual em 1969, como hoje...*
*E depois ainda dizem que a tradição já não é o que era!!!*
*Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.*
*Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.
E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,*
*Também faz o pequeno "sacrifício"
De trinta contos - só! - por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.
** ** * *JOSÉ RÉGIO* Soneto escrito em 1969.
*Tão actual em 1969, como hoje...*
*E depois ainda dizem que a tradição já não é o que era!!!*
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
É bom para a gripe
Pachos na testa
Terço na mão
Uma botija
Chá de limão
Zaragotoas
Vinho com mel
3 aspirinas
Creme na pele
Dói-me a garganta
Chamo a mulher
Ai Lurdes, Lurdes
Que vou morrer
Mede-me a febre
Olha-me a goela
Cala os miúdos
Fecha a janela
Não quero canja
Nem a salada
Ai Lurdes, Lurdes
Não vales nada
Se tu sonhasses
Como me sinto
Já vejo a morte
Nunca te minto
Já vejo o inferno
Chamas diabos
Anjos estranhos
Cornos e rabos
Vejo os demónios
Nas suas danças
Tigres sem litras
Bodes de tranças
Choros de coruja
Risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes
Que foi aquilo
Não é chuva
No meu postigo
Ai Lurdes, Lurdes
Fica comigo
Não é o vento
A cirandar
Nem são as vozes
Que vêm do mar
Não é o pingo
De uma torneira
Põe-me a santinha
À cabeceira
Compõe-me a colcha
Fala ao prior
Pousa o Jesus
No cobertor
Chama o doutor
Passa a chamada
Ai Lurdes, Lurdes
Nem dás por nada
Faz-me tisanas
E pão de ló
Não te levantes
Que fico só
Aqui sozinho
A apodrecer
Ai Lurdes, Lurdes
Que vou morrer
Terço na mão
Uma botija
Chá de limão
Zaragotoas
Vinho com mel
3 aspirinas
Creme na pele
Dói-me a garganta
Chamo a mulher
Ai Lurdes, Lurdes
Que vou morrer
Mede-me a febre
Olha-me a goela
Cala os miúdos
Fecha a janela
Não quero canja
Nem a salada
Ai Lurdes, Lurdes
Não vales nada
Se tu sonhasses
Como me sinto
Já vejo a morte
Nunca te minto
Já vejo o inferno
Chamas diabos
Anjos estranhos
Cornos e rabos
Vejo os demónios
Nas suas danças
Tigres sem litras
Bodes de tranças
Choros de coruja
Risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes
Que foi aquilo
Não é chuva
No meu postigo
Ai Lurdes, Lurdes
Fica comigo
Não é o vento
A cirandar
Nem são as vozes
Que vêm do mar
Não é o pingo
De uma torneira
Põe-me a santinha
À cabeceira
Compõe-me a colcha
Fala ao prior
Pousa o Jesus
No cobertor
Chama o doutor
Passa a chamada
Ai Lurdes, Lurdes
Nem dás por nada
Faz-me tisanas
E pão de ló
Não te levantes
Que fico só
Aqui sozinho
A apodrecer
Ai Lurdes, Lurdes
Que vou morrer
-A. Lobo Antunes-
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Senhora do Amparo
Domingo, celebramos a festa religiosa em honra de S.Vicente e S. Tomé e Nossa Senhora do Amparo, Padroeira da nossa Capela do Lugar de Espinho.
Esta imagem que foi (inaugurada)foi esculpida por dois escultores, retrata bem a imagem de Nossa Senhora a amparar todos os que precisam do seu amparo.
Pelo seu ar carinhoso com os mais pequeninos, com o conforto e a esperança que transmite a todos os que sofrem.
Que nesta imagem encontremos a força e inspiração para melhor viver e servir.
Que a Senhora do Amparo nos ajude a descobrir, através da oração e do serviço aos irmãos, o sentido profundo da vida.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Baile Popular
Tenho um vasinho de rosas à janela
Que ela trouxe consigo
Quando as vejo tão formosas,
Lembro-me dela
lembro-me dela ao postigo
Lembro-me dela ao postigo,
tão mimosa
E agora põe-se à janela
Os cabelos cor de trigo, não há rosa...
Não há rosa como ela
Não há rosa como ela na cidade
Nem nos campos donde vim
Agora põe-se à janela com vaidade
À noite à espera de mim
Lembro-me dela ao postigo
E agora põe-se à janela
É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela
Atitude na vida.
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que vá à falência.Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. È saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um" não".É ter segurança para receber uma critica, mesmo injusta.
Pedras no caminho? guardo todas, um dia vou construir um castelo...
( autor desconhecido)
Pedras no caminho? guardo todas, um dia vou construir um castelo...
( autor desconhecido)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
É tempo...
É tempo de não parecer mais sem ser de facto.
É tempo de abandono da afirmação pelo carro,casa ou roupa de marca que usamos.
É tempo de impedir que a geração do amanhã seja construida com base em heranças de titulos ou apelidos sonantes.
É tempo de deixarmos de agir para nos mostrarmos ou, ainda pior,para termos a certeza que os outros nos vêem.
É tempo de ensinarmos aos nossos filhos que os amigos não se admiram pelo que exibem ter,mas pelo que transportam sempre consigo( só o que verdadeiramente lhes pertence)-a inteligência,a solidariedade,a capacidade de bem fazer.
É tempo de abandono da afirmação pelo carro,casa ou roupa de marca que usamos.
É tempo de impedir que a geração do amanhã seja construida com base em heranças de titulos ou apelidos sonantes.
É tempo de deixarmos de agir para nos mostrarmos ou, ainda pior,para termos a certeza que os outros nos vêem.
É tempo de ensinarmos aos nossos filhos que os amigos não se admiram pelo que exibem ter,mas pelo que transportam sempre consigo( só o que verdadeiramente lhes pertence)-a inteligência,a solidariedade,a capacidade de bem fazer.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
FDS na Serra
Reportagem:Conta a lenda que certo dia, andando à caça na Serra da Estrela, um jovem nobre se perdeu fruto do entusiasmo posto na caçada. Após muito tempo perdido, exausto e morto de fome, encontrou um bondoso pastor que o salvou, dando-lhe leite do seu rebanho e trutas que ele mesmo pescou nas abundantes e cristalinas águas daquela zona, com as suas grandes e aguçadas unhas. O nobre, admirado pela facilidade com que o pastor tinha apanhado as trutas com as unhas, chamou ao local: Unhais da Serra.
Uma segunda lenda diz que o nome de Unhais da Serra, provém da existência de enormes pedras em forma de unhas por aquelas zonas.
Para nós, pouco importa a veracidade dos factos para além do interesse cultural. Importante sim,é que Unhais da Serra e arredores proporcionaram viver uns belos e bons momentos.
O Hotel H2 tira partido da paisagem, tem um jardim de aromas, com alfazema e outras plantas de cheiro.
A vista é deslumbrante.
As piscinas são o melhor que se pode imaginar.
Enfim: um verdadeiro paraiso em plena serra....
terça-feira, 22 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Tunisia
Tunisia:
Eis o nosso percurso:
Decidimos começar pelo merecido descanso. Assim, dividimos os 4 primeiros dias entre a praia, as piscinas do hotel e os passeios por Hammamet.
A praia tinha a mesma limpeza de uma qualquer praia limpa portuguesa. A água não muito quente, mas muito muito limpa.
A primeira Visita foi á Medina de Hammamet
É uma experiência fantástica, passear por entre aquelas ruas pequenas e tão semelhantes, com centenas de souks. Parece um labirinto. Um conjunto de cheiros, imagens e sons que dificilmente esquecemos.
Eis que fomos apresentados a uma das mais complexas artes árabes: regatear.
Não existem preços marcados, e o que o vendedor pede poderá ser cinco vezes mais do que a mercadoria vale, no entanto há sempre um valor mínimo. Descobrir um valor junto para ambas as partes é um jogo, que requer tempo e paciência. são engraçadas as reacções dos vendedores às contrapropostas. Mostram-se por vezes indignados, mas tudo faz parte do ritual, afinal algo aprendemos desde o primeiro minuto: mesmo quando achamos que fizemos o melhor negócio, o vendedor nunca fica a perder.
A Medina na parte antiga, a norte de Hammamet
A Medina é por si um local muito interessante e uma visita obrigatória para quem vai à Tunisia. Apesar da " perseguição" movida pelos vendedores acabou por ter bastante piada ouvir algumas das suas expressões : " Português ?" " bacalao com batatas! " " sardinas ", " Cristiano Ronaldo" "Deco" etc.
Fomos depois por diversas vezes a Hammamet Yasmin. É, sem dúvida, uma espécie de algarve Tunisino... semelhante talvez a Albufeira. Bastante agradável, com bastantes pessoas mas sem os apertos insuportáveis das noites algarvias. Passeamos pela Marina onde existe uma espécie de corredor com imensos restaurantes, com excelente aspecto.
Hammamet Yasmin
Em Yasmin visitamos, então, a nova Medina inserida num complexo de diversão ( Cartaghe Land, que é um parque de diversões em que o visitante é conduzido através da história das guerras entre Cartago e Roma, as guerras púnicas ), com diversos restaurantes e um museu. Aí, como aliás em muitos outros locais podem experimentar a famosa " chicha " ( cachimbo de àgua ) com tabaco ou outra erva aromática,como a menta. Aconselho vivamente esta última. O passeio por Yasmin pode ser efectuado a pé ou de charrete.
Um dia manhã cedo rumamos a Tunis depois visitamos o Museu do Bardo. é o local mais importante do mundo no que se refere a mosaicos da era Romana.
Após um almoço típico e delicioso, Sob um sol escaldante passeamos por Sidi Bou said. Fiquei encantada com o vilarejo todo pintado de azul e branco.
Carthage, “nova cidade”. O contraste com Tunis é visivel muito mais limpa e cuidada. Visitamos as Termas Romanas de Antonino, também consideradas património Mundial pela Unesco.
As férias propriamente ditas.....estavam a chegar ao fim…
Eis o nosso percurso:
Decidimos começar pelo merecido descanso. Assim, dividimos os 4 primeiros dias entre a praia, as piscinas do hotel e os passeios por Hammamet.
A praia tinha a mesma limpeza de uma qualquer praia limpa portuguesa. A água não muito quente, mas muito muito limpa.
A primeira Visita foi á Medina de Hammamet
É uma experiência fantástica, passear por entre aquelas ruas pequenas e tão semelhantes, com centenas de souks. Parece um labirinto. Um conjunto de cheiros, imagens e sons que dificilmente esquecemos.
Eis que fomos apresentados a uma das mais complexas artes árabes: regatear.
Não existem preços marcados, e o que o vendedor pede poderá ser cinco vezes mais do que a mercadoria vale, no entanto há sempre um valor mínimo. Descobrir um valor junto para ambas as partes é um jogo, que requer tempo e paciência. são engraçadas as reacções dos vendedores às contrapropostas. Mostram-se por vezes indignados, mas tudo faz parte do ritual, afinal algo aprendemos desde o primeiro minuto: mesmo quando achamos que fizemos o melhor negócio, o vendedor nunca fica a perder.
A Medina na parte antiga, a norte de Hammamet
A Medina é por si um local muito interessante e uma visita obrigatória para quem vai à Tunisia. Apesar da " perseguição" movida pelos vendedores acabou por ter bastante piada ouvir algumas das suas expressões : " Português ?" " bacalao com batatas! " " sardinas ", " Cristiano Ronaldo" "Deco" etc.
Fomos depois por diversas vezes a Hammamet Yasmin. É, sem dúvida, uma espécie de algarve Tunisino... semelhante talvez a Albufeira. Bastante agradável, com bastantes pessoas mas sem os apertos insuportáveis das noites algarvias. Passeamos pela Marina onde existe uma espécie de corredor com imensos restaurantes, com excelente aspecto.
Hammamet Yasmin
Em Yasmin visitamos, então, a nova Medina inserida num complexo de diversão ( Cartaghe Land, que é um parque de diversões em que o visitante é conduzido através da história das guerras entre Cartago e Roma, as guerras púnicas ), com diversos restaurantes e um museu. Aí, como aliás em muitos outros locais podem experimentar a famosa " chicha " ( cachimbo de àgua ) com tabaco ou outra erva aromática,como a menta. Aconselho vivamente esta última. O passeio por Yasmin pode ser efectuado a pé ou de charrete.
Um dia manhã cedo rumamos a Tunis depois visitamos o Museu do Bardo. é o local mais importante do mundo no que se refere a mosaicos da era Romana.
Após um almoço típico e delicioso, Sob um sol escaldante passeamos por Sidi Bou said. Fiquei encantada com o vilarejo todo pintado de azul e branco.
Carthage, “nova cidade”. O contraste com Tunis é visivel muito mais limpa e cuidada. Visitamos as Termas Romanas de Antonino, também consideradas património Mundial pela Unesco.
As férias propriamente ditas.....estavam a chegar ao fim…
quarta-feira, 19 de maio de 2010
A casa...

A casa em que vivemos deve ser o embrião do nosso universo.
Nela existe o calor que nos acolhe;
o fresco que nos agrada, as cores que nos tranquilizam;
os objectos que nos vinculam;
os amigos que recebemos e nos trazem alegria;
o amor dos que nos amam e, por isso,escolhem ser a nossa familia e partilhar connosco a vida;
o que somos e nos faz melhores e dar o melhor de nós a eles e ao resto do mundo que queremos percorrer.
Nela existe o calor que nos acolhe;
o fresco que nos agrada, as cores que nos tranquilizam;
os objectos que nos vinculam;
os amigos que recebemos e nos trazem alegria;
o amor dos que nos amam e, por isso,escolhem ser a nossa familia e partilhar connosco a vida;
o que somos e nos faz melhores e dar o melhor de nós a eles e ao resto do mundo que queremos percorrer.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
À VIRGEM SANTÍSSIMA
Num sonho todo feito de incerteza,De noturna e indizível ansiedade,
É que vi teu olhar de piedade
E (mais que piedade) de tristeza...
Não era o vulgar brilho da beleza,
Nem o ardor banal da mocidade...
Nem o ardor banal da mocidade...
Era outra luz, era outra suavidade,
Que até nem sei se as há na natureza...
Que até nem sei se as há na natureza...
Um místico sofrer... uma ventura
Feita só de perdão, só de ternura
E da paz da nossa hora derradeira...
Feita só de perdão, só de ternura
E da paz da nossa hora derradeira...
Ó visão, visão triste e piedosa!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!
Fita-me assim calada, assim chorosa...
E deixa-me sonhar a vida inteira!
(Antero de Quental )
domingo, 2 de maio de 2010
Feliz dia das Mães!!!!!
Uma mulher foi renovar a sua carteira de motorista.Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.Ela hesitou, sem saber como se classificar."O que eu pergunto é se tem algum trabalho", insistiu o funcionário."Claro que tenho um trabalho" exclamou Ana. "Sou mãe!""Nós não consideramos mãe um trabalho. Vou colocar dona de casa", disse o funcionário friamente.Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em uma situação idêntica. A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante."Qual é a sua ocupação?" perguntou.Não sei o que me fez dizer isto. As palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora: "Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar pra o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial."Posso perguntar" disse-me ela com novo interesse "o que faz exactamente?"Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder: "Desenvolvo um programa de longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa).Sou responsável por uma equipa (minha família), e já recebi 2 projectos (uma menina e um menino).Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda?).O grau de exigência é a nível de 14 horas por dia (para não dizer 24)"Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária, que acabou de preencher o formulário, levantou-se, e pessoalmente abriu-me a porta.Quando cheguei a casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipa: Senti-me triunfante!Maternidade... que carreira gloriosa!Assim, as avós deviam ser chamadas Doutora-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas, as bisavós Doutora-Executiva-Sênior em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas e as tias Doutora-Assistente.Uma homenagem carinhosa a todas as mulheres, mães, esposas, amigas, companheiras, Doutoras na Arte de Fazer a Vida Melhor!
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Hoje é tempo de mudanças!
hj é tempo de perdoarmos,de comprendermos,de minimizarmos as ofensas.É tempo de n/ levarmos a ferro e fogo as nossa manias e exigências.Hj é tempo de esperarmos menos dos outros e de exigirmos menos de nós mesmos. É tempo de aceitarmos o que n/ conseguimos mudar sem cair no conformismo de aceitar o que é possivel transformar.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Lindo!!!!!!



Inspiração da Natureza
Num prado eu procuro
Uma pequena inspiração
E o vento sopra no meu rosto
Indicando a direcção..
Olho para onde o vento sopra
E uma cascata vejo
A água por ela a escorrer
E um peixe a saltar com desejo..
No caminho o verde da relva
As flores que entre ela estão a nascer
As abelhas a tirar o pólen
Cada momento parece sempre o amanhecer..
Pássaros que cantam serenatas
Os animais parados a escutar as melodias
Parecem que estão abraçados
A natureza tem destas magias..
São coisas que sempre se encontram
E o vento no meu ouvido suspirou
A inspiração está presente em tudo
Apenas tem de se saber o que se encontrou..
Então o meu coração começou
A andar cada vez mais aberto
Pois a inspiração pode não estar longe
E sim cada dia mais perto
quarta-feira, 31 de março de 2010
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